Foto: Pessoas firmando contrato. Imagem disponível no Canva.
Por Israel Mendonça
De um período até os dias atuais, o Brasil vem sofrendo com a grande taxa de desemprego da população. Nesse contexto de poucas vagas, para muitos candidatos a principal porta para se inserir no mercado de trabalho são os empregos que remuneram pouco.
O que é subemprego?
De acordo com o dicionário Michaelis, subemprego é o "emprego não qualificado, muita das vezes sem vínculo empregatício, de baixa remuneração". O dicionário esclarece que o significado pode ser um "emprego abaixo da qualificação do empregado".
Geralmente, os serviços considerados neste tópico possuem as seguintes características: funcionários receberem salário mínimo, não é necessário ensino superior ou técnico para exercê-los e, consequentemente, o esforço físico é maior.
Consequências desses empregos:
Frisando, todo trabalho é honesto, porém, nem todos irão proporcionar ao trabalhador uma boa qualidade de vida. A grande maioria dos empregos oferecidos pelo mercado de trabalho remuneram pouco e o tempo de trabalho não condiz com o salário, causa instabilidade financeira e insegurança alimentar, e outros males.
Sabemos que se o cidadão não trabalhar ele passa por mais dificuldades, não se sente digno, afeta o psicológico. No curto prazo, os trabalhos convencionais oferecem uma vantagem, pouca, mas oferecem. Todavia, no médio e longo prazo, as desvantagens são gigantescas, oferecendo ao trabalhador condições péssimas de trabalho e de qualidade de vida.
A importância da profissionalização:
Quando falamos de profissionalização, estamos falando claramente sobre educação. Diversos fatores podem afetar os estudos de uma pessoa, seja ela financeira, estrutura familiar, localidade, entre outros. No mundo globalizado, o mercado de trabalho prefere pessoas mais qualificadas e, nesse quesito, a educação é fundamental.
Falando particularmente da parte profissional, a educação proporciona maiores e melhores oportunidades profissionais. Em diversos casos, a concorrência para uma vaga de trabalho é grande e o nível educacional se torna um fator para a contratação da pessoa. Além disso, candidatos com menores níveis educacionais tendem a receber menos.
Ademais, a profissionalização garante maiores salários e mais estabilidade financeira. Uma boa base educacional garante ao cidadão garantir empregos melhores e mais remunerados. Com isso, a tendência é que a qualidade de vida desse indivíduo é aumentar, ter mais estabilidade financeira, mais momentos para o lazer e, até em certos casos, a pessoa trabalhe menos.
Soluções:
Muitas pessoas pensam que a única saída para se qualificar é ela fazendo uma faculdade, no entanto, ela está muito enganada. Hoje em dia, o acesso a cursos profissionalizantes é muito comum, logicamente, é necessário que a pessoa invista financeiramente no curso.
Todavia, existem instituições que oferecem cursos profissionalizantes gratuitos, a exemplo do Instituto PROA. A universidade é uma grande porta de profissionalização no mundo, porém, você pode ter mais qualidade de vida fazendo cursos de capacitação profissional.
Referências:
https://www.edublin.com.br/subemprego/
https://blog.portalpos.com.br/por-que-a-educacao-e-tao-importante/
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