Diversos medicamentos em uma mesa. Imagem disponível no Canva.
Por Israel Mendonça
Ao longo de nossas vidas consumimos remédios sem prescrição médica, sejam comprimidos ou receitas caseiras. Porém, raramente nos damos conta que tomar um determinado medicamento pode resultar em complicações para nossa saúde.
O uso de medicamentos sem consulta prévia a um médico se chama automedicação, no nosso cotidiano, possuímos alguns medicamentos em nossas casas, a exemplo de remédios para dor de cabeça ou de gripe.
A grande questão é que cada pessoa possui um metabolismo diferente e a ingestão incorreta de medicamentos pode desencadear em outros problemas, podem causar dependência, reações alérgicas, efeitos colaterais, e outros.
Um dos impulsionadores de consumo indevido de medicamentos são as redes sociais. No mundo globalizado e com maior democratização ao acesso à internet, o fluxo de informação aumentou exponencialmente.
Geralmente, uma das primeiras ferramentas utilizadas quando sentimos algo é o “Dr. Google”, no site utilizamos as palavras “o que é bom” ou “como tratar” tal coisa. As ferramentas de pesquisas são válidas, mas atualmente esses meios de pesquisas estão se destacam na automedicação.
As fontes de pesquisas deveriam auxiliar a população a se informar sobre um determinado sintoma e, de certa forma, instruir a pessoa a procurar um profissional de saúde. Além disso, temos acesso a milhares de medicamentos na farmácia, não precisamos de receita médica para comprarmos um determinado medicamento.
Nesse cenário o mais indicado é procurar um posto de saúde quando se sente alguma anomalia e, se a situação piorar após a automedicação, descreva da melhor forma o modo que você começou a tomar o remédio.
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